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{ Haryston Oliveira }
Lembro de 2000. Tantas idéias boas, negócios interessantes, ferramentas novas. Tudo às favas com a explosão da bolha. Surgiu o medo da internet. A volta por cima demorou, mas chegou. Juntados os cacos, a web mostrou que veio pra ficar, reconstruiu-se e cresceu. Na Inglaterra já passa a TV em faturamento este ano. Aqui em Pindorama é diferente, mas a internet cresce mais do que qualquer outra mídia.
A aposta da hora são as redes sociais. São a nova ordem. Revolucionaram o jeito de consumir conteúdo e de as pessoas se relacionarem. Desde que Tim O’Reilly cunhou a expressão “web 2.0”, blogs, wikis e cia. ganharam força, e MySpaces, Fotologs e Orkuts passaram a ditar as regras. Ou melhor, seus usuários ditam!
Essa Babel de páginas pessoais fez surgir uma indústria: a de widgets, aplicativos que rodam nas páginas. Desde que o MySpace abriu a plataforma, em 2004, milhares de pequenas e grandes empresas entraram na onda.
Mas a principal pergunta é: como ganhar dinheiro com isso? Empreendedores de sucesso são os que criam novos usos para as situações mais simples. Pense em um contador de tempo para o aniversário: inclua uma wishlist onde o usuário mostre os presentes que lhe fariam feliz, leve para uma loja que paga comissão ao desenvolvedor, e voilà! O dinheiro começa a entrar.
Cinco fatores podem levar ao sucesso de um widget: voyeurismo, utilização da rede de amigos, facilidade de uso, utilidade e diversão. Combinados ou não. Quanto mais de cada um deles, melhor.
Alvíssaras, Hary.
Haryston Oliveira
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